A Comissão Europeia está prestes a aprovar um plano português que prevê empréstimos na ordem dos 5,8 mil milhões de euros, destinados à defesa. A confirmação foi feita pela presidente da Comissão, Ursula von der Leyen, durante uma conversa com jornalistas em Bruxelas. Esta iniciativa, conhecida como SAFE (Instrumento de Ação para a Segurança da Europa), foi proposta há menos de um ano e visa a aquisição conjunta de equipamentos de defesa.
Von der Leyen revelou que a Comissão planeia dar ‘luz verde’ a metade dos planos apresentados pelos Estados-membros já esta semana. No total, 18 países apresentaram propostas, mas apenas oito, incluindo Portugal, deverão ver os seus projetos aprovados na próxima quarta-feira. Os outros países que fazem parte deste grupo são a Roménia, Bélgica, Bulgária, Chipre, Dinamarca, Espanha e Croácia.
Os empréstimos para a defesa são uma resposta à crescente necessidade de reforçar a segurança na Europa, especialmente num contexto geopolítico instável. Através deste mecanismo, os países poderão adquirir equipamentos e tecnologias essenciais para modernizar as suas forças armadas, aumentando assim a capacidade de resposta a potenciais ameaças.
A aprovação deste plano é um passo significativo para Portugal, que tem vindo a investir na modernização do seu setor de defesa. Os 5,8 mil milhões de euros em empréstimos permitirão ao país não só atualizar o seu arsenal, mas também impulsionar a indústria de defesa nacional, criando empregos e fomentando a inovação.
Além disso, a colaboração entre os Estados-membros neste âmbito é crucial para garantir uma defesa europeia mais coesa e eficaz. A iniciativa SAFE representa uma oportunidade para os países europeus trabalharem em conjunto, partilhando recursos e conhecimentos, o que pode resultar em economias de escala e maior eficiência na aquisição de equipamentos.
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Com a aprovação dos empréstimos para a defesa, Portugal poderá dar um passo em frente na sua estratégia de segurança, alinhando-se com as diretrizes da União Europeia e contribuindo para um espaço europeu mais seguro. A expectativa é que, com a implementação deste plano, o país consiga não só fortalecer as suas capacidades defensivas, mas também promover a estabilidade na região.
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Fonte: Sapo





