Gouveia e Melo critica Seguro por cortes nas pensões da troika

O candidato à presidência, Gouveia e Melo, associou o seu adversário António José Seguro aos cortes nas pensões que ocorreram durante o período da troika, entre 2011 e 2014. Durante uma ação de campanha em Gondomar, o ex-chefe do Estado-Maior da Armada afirmou que, se for eleito, vetará qualquer decreto que comprometa o valor das pensões dos cidadãos.

“Comigo não vai passar nenhum decreto-lei que prejudique as pensões das pessoas mais velhas”, garantiu Gouveia e Melo, sublinhando a sua determinação em proteger os direitos dos reformados. O candidato lembrou que, durante a assistência financeira a Portugal, Seguro era o secretário-geral do PS e que o governo liderado por Passos Coelho, do PSD/CDS, tinha uma maioria absoluta no parlamento.

Gouveia e Melo criticou a decisão de cortar pensões, considerando-a “indigna” e desnecessária, uma vez que havia uma maioria que não precisava do apoio da esquerda. “Pessoas que já não tinham capacidade de resistir foram afetadas. Esse corte foi apoiado por alguém que não precisava de alinhar nisso”, afirmou, referindo-se diretamente a Seguro.

O candidato fez uma promessa clara: “Não vou trair; comigo nunca mais haverá cortes nas pensões para aqueles que não têm capacidade de realizar outra atividade”. Ele lembrou que foi o Tribunal Constitucional que impediu cortes mais severos, mas criticou a conivência de alguns políticos que, segundo ele, não deveriam ter apoiado tais medidas.

Além disso, Gouveia e Melo manifestou a sua insatisfação com a estratégia do PS nas eleições presidenciais. “É cínico ver um partido que criticava este candidato há apenas algumas semanas agora a apoiá-lo”, disse, referindo-se à mudança de postura do PS em relação à sua candidatura.

O ex-chefe do Estado-Maior da Armada também destacou a diferença entre “pose e substância”, afirmando que ele se apresenta como alguém de substância, focado em valores e princípios. “Não podemos trair o povo que nos elege, não podemos trair os nossos ideais”, concluiu.

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Leia também: O impacto das políticas de pensões nas eleições.

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Fonte: Sapo

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