Roubo das joias do Louvre reconstituído em documentário

No dia 19 de outubro de 2025, Paris foi palco de um dos assaltos mais audaciosos da história recente: o roubo de joias da coroa francesa, avaliadas em mais de 88 milhões de euros, na Galeria de Apolo do Museu do Louvre. Este crime, realizado em plena luz do dia e diante de visitantes, deixou o país e o mundo em estado de choque.

As autoridades indicam que os assaltantes chegaram ao museu por volta das 9h30, logo após a abertura. Utilizando uma plataforma elevatória montada num veículo, os quatro suspeitos conseguiram aceder à Galeria de Apolo através de uma varanda com vista para o rio Sena. Armados com ferramentas elétricas, cortaram uma janela, ameaçaram os seguranças e, em apenas quatro minutos, roubaram oito peças históricas, incluindo tiaras e colares do século XIX, antes de fugirem em duas scooters que os aguardavam no exterior.

Entre as peças roubadas, destacam-se joias pertencentes a figuras históricas como a imperatriz Eugénie e a rainha Marie-Amélie. Embora algumas das peças tenham sido encontradas danificadas nas imediações do museu, a coroa de diamantes do rei Luís XV permanece desaparecida. O documentário “Louvre Heist: Minute by Minute” explora este roubo, reunindo testemunhos de pessoas presentes no local, entrevistas com antigos assaltantes e análises forenses que revelam falhas na segurança do museu, como a falta de câmaras de vigilância e um alarme avariado.

Além de reconstituir o crime, o documentário analisa as consequências políticas e sociais do roubo, que levou ao encerramento temporário do Louvre e à mobilização de cerca de 60 inspetores na investigação. Especialistas alertam que joias deste tipo são frequentemente desmontadas e vendidas em partes, tornando a sua recuperação ainda mais difícil. O Presidente Emmanuel Macron descreveu o roubo como “um ataque à nossa história”, refletindo a indignação pública gerada pelo incidente.

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O desfecho deste roubo continua incerto. As autoridades francesas identificaram cinco suspeitos principais e indiciaram pelo menos mais duas pessoas por cumplicidade, mas a corrida contra o tempo para recuperar as joias continua.

Vale lembrar que a história do Louvre é marcada por vários roubos. O mais famoso ocorreu em 1911, quando a Mona Lisa foi levada por Vincenzo Peruggia, um ex-funcionário do museu. A pintura, que se tornou a obra de arte mais conhecida do mundo, foi recuperada dois anos depois. Em 1983, duas peças de armadura da Renascença foram roubadas e só recuperadas 40 anos depois. O Louvre, que possui uma coleção de 33.000 obras, é o museu mais visitado do mundo, recebendo cerca de nove milhões de visitantes em 2025.

O documentário sobre o roubo das joias do Louvre estreou a 1 de fevereiro no canal ID – Investigação Discovery e está disponível na HBO Max. Leia também: a história dos grandes assaltos a museus.

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Fonte: Sapo

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