Agências de viagens pedem apoio urgente ao Governo português

As agências de viagens em Portugal estão a expressar a sua preocupação e a apelar ao Governo para que acelere a entrega de apoios financeiros. Miguel Quintas, presidente da ANAV, sublinha que, apesar de a época de Carnaval, que se celebra a 17 de fevereiro, ser tradicionalmente marcada por reservas de turistas portugueses e ocorrer em época baixa, o impacto das intempéries já se faz sentir. Vários eventos, como o Desfile Noturno de Carnaval em Rio Maior e outras iniciativas em Caldas da Rainha e Tomar, foram cancelados ou adiados.

Embora o Carnaval possa ter um impacto reduzido, a Páscoa está à porta e a situação pode agravar-se. Quintas alerta que a associação tem recebido relatos de que cerca de 80% das atividades turísticas na zona Centro e Ribatejo estão em disrupção, afetando cafés, restaurantes e hotéis. Com a Páscoa a trazer muitos turistas, especialmente espanhóis, a preocupação aumenta, uma vez que a Semana Santa é uma das mais movimentadas para o turismo em Espanha.

A ANAV, que representa cerca de 100 associados, indica que entre 40% a 50% das atividades na zona Centro foram forçadas a fechar devido ao mau tempo, embora algumas já tenham reaberto. A associação apela ao Governo para que os apoios cheguem rapidamente a famílias e empresas, permitindo que se recuperem das perdas e da destruição provocada pelas intempéries.

O Governo já anunciou medidas de apoio que podem chegar até 2,5 mil milhões de euros e prolongou a situação de calamidade até dia 15 para 68 concelhos. Desde a semana passada, catorze pessoas perderam a vida em Portugal devido às depressões que afetaram o país, resultando em centenas de feridos e desalojados. As consequências materiais incluem a destruição de casas e empresas, quedas de árvores, fechos de estradas e cortes de serviços essenciais.

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As regiões mais afetadas incluem o Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo. A ANAV enfatiza que a recuperação do setor turístico depende de uma ação eficaz no terreno, onde os empresários precisam de apoio para reerguer as suas atividades. A associação destaca que, em situações de catástrofe, os turistas tendem a substituir o destino afetado por outro semelhante, o que torna urgente a recuperação da imagem de Portugal como um destino turístico seguro.

Leia também: O impacto das intempéries no setor hoteleiro.

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Fonte: Sapo

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