Turismo em Portugal inicia 2026 com desaceleração nos proveitos

O setor do turismo em Portugal começou 2026 com um crescimento modesto, embora tenha registado uma desaceleração em comparação com os números de dezembro de 2025. Em janeiro, os proveitos totais do turismo atingiram 276,8 milhões de euros, o que representa um aumento homólogo de 5,6%. Contudo, este valor é inferior ao crescimento de 6,8% observado no mês anterior. Os proveitos de aposento, por sua vez, ascenderam a 199,5 milhões de euros, com um crescimento idêntico de 5,6%, ligeiramente abaixo dos 5,7% de dezembro.

A Grande Lisboa destacou-se como a região que mais contribuiu para os proveitos do mês, representando 35% do total e 36,9% dos proveitos de aposento. Seguiram-se a Região Autónoma da Madeira, com 19,7% e 18,6%, e o Norte, com 16,5% e 16,8%, respetivamente. Os maiores aumentos nos proveitos foram verificados na Madeira, que registou um crescimento de 8,8% nos proveitos totais e 8,0% nos de aposento. O Centro e o Norte também mostraram resultados positivos, com aumentos de 8,4% e 6,8%, respetivamente.

No que diz respeito ao alojamento turístico, o setor acolheu 1,7 milhões de hóspedes e contabilizou 3,7 milhões de dormidas, refletindo aumentos homólogos de 3,8% e 2,0%. No entanto, estes números representam uma desaceleração em relação a dezembro, onde os aumentos foram de 4,5% e 3,0%. As dormidas de residentes somaram 1,3 milhões, com um crescimento de 4,7%, inferior ao aumento de 6,0% observado em dezembro. As dormidas de não residentes totalizaram 2,4 milhões, com um aumento de apenas 0,7%, abaixo do crescimento de 1,2% do mês anterior.

Entre os principais mercados emissores, o mercado canadiano destacou-se com um aumento de 12,5%, seguido pelo brasileiro, que cresceu 8,2%. Em contrapartida, o mercado francês apresentou a maior queda, com uma diminuição de 8,3%. Os maiores aumentos nas dormidas ocorreram no Norte (+8,2%) e no Centro (+5,6%), enquanto a Região Autónoma dos Açores e o Algarve registaram os decréscimos mais acentuados, com -5,8% e -4,7%, respetivamente.

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As dormidas de residentes aumentaram principalmente na Grande Lisboa (+9,8%) e no Centro (+7,8%). No entanto, as Regiões Autónomas da Madeira e dos Açores foram as únicas a apresentar decréscimos, com -4,2% e -2,5%. Relativamente às dormidas de não residentes, apenas o Norte (+10,8%) e a Grande Lisboa (+3,6%) registaram aumentos, enquanto a Região Autónoma dos Açores (-10,3%) e a Península de Setúbal (-9,4%) apresentaram as maiores quedas.

Os dez principais mercados emissores representaram 70,6% do total de dormidas de não residentes. O mercado britânico manteve-se na liderança, com uma quota de 14%, embora tenha prolongado a trajetória de decréscimo dos meses anteriores, com uma queda de 3,6%. O mercado alemão, por outro lado, manteve-se como o segundo principal emissor, com um aumento de 1,3%, enquanto o mercado espanhol ocupou a terceira posição, com um crescimento de 3,3%.

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Fonte: Sapo

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