Israel ameaça eliminar próximo líder supremo do Irão

O ministro da Defesa de Israel, Israel Katz, fez uma declaração alarmante sobre o futuro líder supremo do Irão, afirmando que qualquer pessoa escolhida para o cargo será um “alvo de eliminação”. Esta ameaça surge num momento de crescente tensão entre os dois países, após uma série de ataques que já resultaram em numerosas baixas.

Katz expressou a sua posição através da rede social X, sublinhando que “todo o líder nomeado pelo regime terrorista iraniano para continuar e liderar o plano de destruir Israel, ameaçar os Estados Unidos e o mundo livre, será alvo de eliminação”. Esta retórica agressiva reflete a preocupação de Israel com a escolha do novo líder, que será responsável por moldar a política iraniana nos próximos anos.

Recentemente, Israel lançou um ataque a um edifício ligado à Assembleia de Peritos do Irão, o órgão responsável pela seleção do novo líder supremo. O ataque ocorreu após a morte do ayatollah Ali Khamenei, de 86 anos, num bombardeamento que deu início a uma nova fase de hostilidades entre os dois países.

A Guarda da Revolução do Irão respondeu com um ataque a alvos norte-americanos e israelitas, disparando cerca de 40 mísseis. Este ataque, parte da “Operação Honest Promise-4”, foi anunciado em um comunicado transmitido pela televisão estatal iraniana. Apesar das sirenes de alerta aéreo que soaram em Israel, não foram reportados feridos, segundo os serviços de emergência do país.

Em resposta, o exército israelita atacou dezenas de alvos no Irão, incluindo centros de comando em Teerão. O comunicado do exército indicou que a Força Aérea israelita, com base em informações de inteligência, executou uma série de ataques coordenados contra instalações do regime iraniano.

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Desde o início dos confrontos, o Crescente Vermelho reportou mais de 555 mortos no Irão, enquanto em Israel, os ataques com mísseis iranianos resultaram na morte de 10 pessoas. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, justificou a operação militar, afirmando que o objetivo é “eliminar ameaças iminentes” do Irão. O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, classificou a ação como uma resposta a uma “ameaça existencial”.

Além disso, este conflito tem exacerbado as tensões entre Israel e o grupo Hezbollah, apoiado pelo Irão, que se acusam mutuamente de violar o acordo de cessar-fogo assinado em novembro de 2024. A situação continua a evoluir, e o impacto das ações de ambos os lados poderá ter consequências significativas para a estabilidade da região.

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Fonte: Sapo

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