Ana Mendes Godinho defende luta contra pacote laboral do PS

A antiga ministra do Trabalho, Ana Mendes Godinho, manifestou a sua oposição ao pacote laboral proposto pelo Governo, afirmando que este representa um “ataque aos trabalhadores”. Durante o 25.º Congresso do Partido Socialista (PS), realizado em Viseu, Godinho apelou a uma postura de “luta intransigente” por parte dos socialistas, sublinhando que as alterações não devem ser aceites.

Ana Mendes Godinho argumentou que o país não pode retroceder em matéria laboral e que é essencial avançar para uma maior dignificação do trabalho. A ex-ministra enfatizou que os jovens precisam de segurança e não de precariedade, alertando que a diminuição dos direitos dos trabalhadores enfraquece a democracia. “Este pacote não passará, não pode passar. É uma agenda ideológica que polariza a sociedade e representa uma vingança contra os trabalhadores e o país”, afirmou.

Além disso, Godinho expressou solidariedade à deputada do PS, Eva Cruzeiro, que foi criticada pela Comissão de Transparência e Estatuto de Deputados por ter chamado “racistas e xenófobos” a membros do partido Chega. A ex-ministra defendeu que quem luta pela dignidade e contra a discriminação não deve ser alvo de censura, e que é inaceitável aceitar o ódio na linguagem pública.

O ex-deputado Paulo Pisco também interveio, anunciando que o PS deverá avançar com uma alteração dos estatutos para incluir um departamento dedicado às comunidades portuguesas. Pisco, que participou numa visita à Venezuela, considerou a deslocação “muito bem-sucedida” e uma oportunidade para abrir novas vias de cooperação.

Por sua vez, o antigo ministro dos Assuntos Parlamentares, Jorge Lacão, criticou a apresentação de uma lista alternativa à direção do PS por parte do ex-deputado Ricardo Gonçalves. Lacão afirmou que quem deseja apresentar alternativas deve fazê-lo “a tempo e horas”, reiterando que o PS não é um “grupo de diletantes”.

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A posição de Ana Mendes Godinho sobre o pacote laboral reflete uma preocupação crescente entre os socialistas em relação à proteção dos direitos dos trabalhadores. A luta contra este pacote é vista como essencial para garantir um futuro mais justo e digno para todos.

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Fonte: Sapo

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