Ataques aéreos na Rússia causam um morto e feridos graves

Um ataque com mísseis e drones na região de Rostov, no sul da Rússia, resultou na morte de uma pessoa e deixou quatro feridos em estado grave, de acordo com o governador regional, Yuri Slyusar. O incidente ocorreu na cidade de Taganrog, onde um míssil atingiu uma instalação comercial. Entre os feridos, três são residentes locais e um é estrangeiro, todos a receber cuidados intensivos.

Além disso, um navio cargueiro, de bandeira estrangeira, foi danificado por destroços de drones no mar de Azov, incendiando-se a alguns quilómetros da costa. O governador não especificou a origem dos ataques, mas a situação reflete a crescente tensão na região.

A Ucrânia tem intensificado os seus ataques aéreos em resposta aos bombardeamentos diários que o seu território sofre há mais de quatro anos. Os alvos preferenciais são as infraestruturas relacionadas com a indústria e o comércio de hidrocarbonetos, que, segundo Kiev, financiam a invasão russa. Nos últimos dias, a Ucrânia enviou dezenas de drones em direção à Rússia, numa clara retaliação.

Na sexta-feira, a situação na Ucrânia também se agravou, com pelo menos 14 mortes reportadas devido a novos ataques aéreos russos. O ministro dos Negócios Estrangeiros da Ucrânia, Andriï Sybiga, denunciou que cerca de 500 drones e mísseis de cruzeiro foram lançados pelo exército russo em território ucraniano. O presidente Volodymyr Zelensky criticou a Rússia por intensificar os ataques, transformando o que deveria ser um período de calma em uma escalada de violência.

A Rússia rejeitou uma proposta de trégua para a Páscoa apresentada por Zelensky, e o processo de negociação mediado pelos Estados Unidos entre Kiev e Moscovo foi suspenso no final de fevereiro, em virtude da guerra no Médio Oriente. Esta nova guerra, resultante de uma ofensiva conjunta dos EUA e de Israel contra o Irão, está agora a desviar a atenção das autoridades e militares norte-americanos.

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Recentemente, os Estados Unidos anunciaram a suspensão temporária de algumas sanções ao petróleo russo, impostas após a invasão da Ucrânia em fevereiro de 2022. Esta decisão visa conter a subida dos preços energéticos, exacerbada pelo conflito no Médio Oriente.

Leia também: A evolução do conflito entre a Ucrânia e a Rússia.

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Fonte: Sapo

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