O ex-líder supremo do Irão, Ali Khamenei, faleceu a 28 de fevereiro, após um ataque conjunto de Israel e dos Estados Unidos. Com 86 anos, Khamenei liderou o Irão durante 36 anos e a sua morte marca o fim de uma era. As cerimónias fúnebres estão agendadas para começar a 4 de julho, dia em que os Estados Unidos celebram a sua independência, e decorrerão até ao dia 9, quando o corpo será enterrado na sua terra natal, Mashhad.
Inicialmente, o funeral de Ali Khamenei estava previsto para o dia 4 de março, mas devido ao conflito em curso, essa data foi adiada. Segundo informações da imprensa estatal iraniana, o corpo do ex-líder passará pela cidade santa de Qom a 7 de julho, antes de ser sepultado.
Khamenei ascendeu ao cargo de Aiatola em 1989, sucedendo a Ruhollah Khomeini, o líder da revolução islâmica que derrubou o regime do Xá. Antes de se tornar Aiatola, Khamenei foi Presidente do Irão entre 1981 e 1989, período marcado pela guerra entre o Irão e o Iraque, liderado por Saddam Hussein.
Após a sua morte, o filho de Khamenei, Mojtaba Khamenei, foi eleito como seu sucessor pela Assembleia de Peritos do Irão. No entanto, Mojtaba também foi alvo de um ataque da coligação Israel/EUA e não é visto em público desde então. Recentemente, Marco Rubio, secretário de Estado da Administração Trump, afirmou que o novo Aiatola está vivo e envolvido nas negociações para um acordo de paz.
A morte de Ali Khamenei e a incerteza em torno do seu sucessor levantam questões sobre o futuro do Irão e as relações com o Ocidente. O funeral, que coincide com a celebração da independência dos EUA, poderá ter implicações significativas nas dinâmicas políticas regionais.
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Ali Khamenei Nota: análise relacionada com Ali Khamenei.
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Fonte: ECO





