Portugal destaca-se com seis mestrados em Finanças de topo

Portugal continua a afirmar-se no cenário internacional da educação, com seis instituições de ensino superior a figurarem entre as 70 melhores do mundo para mestrados em Finanças, segundo o ranking do Financial Times de 2026. As escolas que se destacam são a Nova School of Business and Economics (Nova SBE), a Católica Lisbon School of Business and Economics, o Instituto Superior de Economia e Gestão (ISEG), a Faculdade de Economia da Universidade do Porto (FEP), a Iscte Business School e a Católica Porto Business School.

A Nova SBE mantém-se como a líder nacional, embora tenha descido do 6.º para o 8.º lugar. Este resultado reflete a forte performance da escola em indicadores relacionados com a carreira internacional dos seus graduados. O dean Pedro Oliveira sublinhou que esta distinção reafirma a posição da Nova SBE entre as melhores escolas de gestão, economia e finanças a nível global, destacando a combinação de excelência académica e compromisso com a sustentabilidade.

Em segundo lugar, a Católica Lisbon School of Business and Economics subiu da 23.ª posição em 2025 para a 19.ª este ano. O dean Filipe Santos destacou a progressão salarial dos graduados, que, em média, aumentam os seus salários em mais de 50% em três anos. Este resultado coloca a escola na 16.ª posição mundial neste indicador, evidenciando a qualidade da formação oferecida.

O ISEG ocupa o terceiro lugar entre as instituições portuguesas, embora tenha descido do 27.º para o 33.º lugar. O aumento médio de 75% nos salários dos seus diplomados destaca-se como o melhor resultado nacional e 7.º a nível global neste critério. O presidente do ISEG, João Duque, afirmou que este resultado confirma a relevância do mestrado em Finanças no contexto atual e a sua capacidade de gerar valor para estudantes e empresas.

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A FEP da Universidade do Porto, apesar de ter descido duas posições, continua a ser reconhecida pela sua relação entre o investimento académico e o retorno profissional. O diretor Óscar Afonso realçou que a escola é a 1.ª em Portugal e 7.ª no mundo no indicador Value for Money, que avalia o custo do programa em relação aos resultados profissionais dos graduados.

A Iscte Business School, que não constava do ranking desde 2023, voltou a figurar entre os 50 melhores, ocupando o 47.º lugar. A dean Maria de Fátima Salgueiro considerou que a presença da Iscte neste top reforça a projeção internacional de Portugal como um hub de referência na formação em Finanças.

Por fim, a Católica Porto Business School subiu do 63.º para o 54.º lugar, destacando-se pela melhoria na empregabilidade dos seus diplomados. O diretor João Pinto frisou a qualidade do trabalho desenvolvido pela escola e a sua capacidade de competir a nível internacional.

O ranking do Financial Times é baseado em inquéritos a escolas de economia e gestão e a antigos alunos, avaliando a remuneração e outros critérios de qualidade. Para serem elegíveis, as instituições devem cumprir vários critérios, incluindo acreditações internacionais.

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Fonte: ECO

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