O líder parlamentar do PSD, Hugo Soares, anunciou que a “atividade de solidariedade social” continuará a ser uma condição obrigatória para quem pretende aceder à Prestação Social Única (PSU). Em declarações aos jornalistas, Soares elogiou o acordo alcançado com o PS, considerando-o uma “grande vitória para o país”.
A polémica surgiu após o PS ter comunicado que “o trabalho social deixa de ser obrigatório”. No entanto, Hugo Soares reafirmou que essa obrigação se mantém, exigindo que os beneficiários realizem três horas de atividade por dia, totalizando 15 horas por semana, no âmbito de um “plano de inserção individual”.
“A atividade social solidária não cai e não deixa de ser obrigatória”, sublinhou o líder do PSD, destacando a importância desta medida para a integração social e a promoção do voluntariado. A Prestação Social Única é um tema relevante no debate político, especialmente em tempos de crise económica, e a sua implementação pode ter um impacto significativo na vida de muitos cidadãos.
A insistência do PSD nesta questão reflete uma preocupação com a eficácia das políticas sociais e a necessidade de garantir que todos os cidadãos que beneficiam de apoios sociais contribuam para a sociedade de alguma forma. A atividade de solidariedade social é vista como um passo importante para fomentar a coesão social e a responsabilidade cívica.
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A discussão sobre a Prestação Social Única e a atividade de solidariedade social promete continuar a ser um tema quente nos próximos tempos, à medida que os partidos políticos tentam encontrar um equilíbrio entre apoio social e responsabilidade individual.
Prestação Social Única Nota: análise relacionada com Prestação Social Única.
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Fonte: Sapo





