A ESTAMO, a empresa pública responsável pela gestão do património imobiliário do Estado, realizou a sua primeira hasta pública no dia 31 de março, no Centro Cultural de Belém, onde conseguiu arrecadar um total de 21.104.854 euros. Este montante representa um aumento de 21,9% em relação ao valor base inicial e será destinado ao financiamento de políticas públicas de habitação, conforme estipulado na Resolução do Conselho de Ministros n.º 159/2025.
O destaque da manhã foi o Edifício Avenida Visconde de Valmor, situado em Lisboa. Após 18 lances acesos, o imóvel foi vendido por 15,7 milhões de euros, um valor que superou em muito a base de licitação de 13 milhões. Esta venda reflete não apenas o interesse crescente por imóveis na capital, mas também a valorização do mercado imobiliário.
Outro imóvel que se destacou foi o edifício da Rua Filipe Folque, também em Lisboa. Com uma proposta inicial que já tinha elevado o preço, o edifício foi finalmente vendido por 5,2 milhões de euros após várias licitações. No Norte do país, em Marco de Canaveses, o prédio rústico “Bouça das Cruzes” foi arrematado pelo único licitante por 164.200 euros.
Das quatro propriedades que foram a leilão, três foram vendidas com sucesso, demonstrando a eficácia da estratégia da ESTAMO em promover a venda de ativos públicos. A empresa já anunciou que planeia realizar novas hastas públicas até ao final de 2026, com datas e ativos a serem divulgados em breve.
Esta iniciativa é um passo importante para fortalecer as políticas de habitação em Portugal, num momento em que a procura por imóveis acessíveis continua a crescer. A participação activa em hastas públicas é uma forma de garantir que os recursos obtidos sejam reinvestidos em habitação pública, beneficiando assim a sociedade.
Leia também: O impacto das políticas públicas na habitação em Portugal.
hasta pública hasta pública hasta pública hasta pública Nota: análise relacionada com hasta pública.
Leia também: Aeroporto do Porto com 21 novas rotas, incluindo 6 intercontinentais
Fonte: Sapo





