Governo anuncia medidas para reduzir sinistralidade rodoviária

O ministro da Administração Interna, Luís Neves, expressou a preocupação do Governo com o aumento da sinistralidade rodoviária, que se intensificou durante a Páscoa e no primeiro trimestre do ano. Em declarações feitas em Cuba, Beja, o ministro afirmou que o executivo será “implacável” na abordagem a esta questão.

Luís Neves revelou que, em breve, será apresentado um pacote de medidas estratégicas para enfrentar a sinistralidade rodoviária. O aumento dos acidentes, que resultou em 20 mortos e 53 feridos graves durante as operações da GNR e da PSP na Páscoa, é motivo de grande apreensão. “Os números de mortos e feridos são muito superiores aos do ano passado”, sublinhou o ministro.

O plano, que será divulgado nos próximos dias, incluirá ações de curto, médio e longo prazo, focadas na segurança rodoviária. O ministro destacou a importância de uma colaboração mais estreita com a Polícia de Segurança Pública (PSP) e a Guarda Nacional Republicana (GNR) para combater comportamentos de condução irresponsáveis.

Luís Neves não revelou detalhes específicos sobre as medidas, mas enfatizou que a segurança rodoviária é uma prioridade para o Governo. “É um trabalho coletivo, que envolve tanto o Governo como a sociedade”, afirmou. O ministro também mencionou que a análise da sinistralidade rodoviária deve considerar não apenas as condições das estradas e viaturas, mas também a atitude dos condutores.

O excesso de velocidade, o consumo de álcool, a falta de habilitação e a distração, especialmente devido ao uso de telemóveis, foram identificados como fatores críticos que contribuem para a sinistralidade rodoviária. “Temos de inverter esta situação com um trabalho conjunto”, apelou.

Luís Neves alertou que os comportamentos de condução irresponsáveis, como velocidades excessivas e atropelamentos, não podem continuar. “Queremos encontrar soluções que ajudem a reverter este estado atual”, concluiu, referindo-se ao impacto devastador que a sinistralidade rodoviária tem nas famílias e na sociedade.

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Fonte: ECO

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