Venda de livros em Portugal cresce 2,6% no primeiro trimestre

As vendas de livros em Portugal registaram um aumento de 2,6% no primeiro trimestre de 2026, comparativamente ao mesmo período do ano anterior. Este crescimento resultou na venda de mais de 3,2 milhões de livros, segundo dados divulgados pela Associação Portuguesa de Editores e Livreiros (APEL).

Entre janeiro e março deste ano, foram vendidos exatamente 3,205 milhões de livros, superando os números do primeiro trimestre de 2025. Este aumento nas vendas traduziu-se num encaixe financeiro de 46,839 milhões de euros, o que representa uma subida de 3,5% em relação ao mesmo período do ano passado, de acordo com a Gfk, entidade responsável pela auditoria das vendas de livros.

O aumento no número de unidades vendidas foi acompanhado por um ligeiro aumento no preço médio dos livros, que subiu 0,9%, fixando-se em 14,61 euros. No que diz respeito aos canais de venda, as livrarias continuam a dominar o mercado, sendo responsáveis por 70% das vendas, embora concentrem 78,8% do valor total das vendas. Os hipermercados, por sua vez, representaram os restantes 30%.

Analisando as categorias, a literatura infantojuvenil destacou-se como o género mais popular, correspondendo a 36,7% do total de livros vendidos, com um preço médio de 11,59 euros, o que representa 29,1% do valor total das vendas. Seguiu-se a ficção, que abrangeu 33% das unidades vendidas, com um preço médio de 16,81 euros, contribuindo com 38% da receita. A não-ficção, por sua vez, representou 26,6% das vendas em unidades, com um preço médio de 17,49 euros, correspondendo a 31,9% do valor total do mercado. O género menos representativo, que inclui campanhas e exclusivos, ficou-se por 3,7% das unidades vendidas.

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Em comparação com o primeiro trimestre de 2025, quando foram vendidos 3,123 milhões de livros, este crescimento é notório. No balanço final do ano passado, o mercado livreiro português registou um aumento de 6,9% nas vendas, totalizando quase 15 milhões de livros e uma receita de 217,5 milhões de euros, 7,6% acima do valor de 2024.

A venda de livros continua a ser um indicador importante da saúde cultural e económica do país. Leia também: O impacto da digitalização nas vendas de livros em Portugal.

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Fonte: ECO

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