O primeiro-ministro, Luís Montenegro, afirmou que Portugal está “muito melhor” do que em 2024, durante o encerramento das jornadas distritais organizadas pelo PSD e CDS-PP na Maia, no distrito do Porto. Montenegro sublinhou que a situação do país mudou significativamente, destacando que o Portugal de 2026 não se compara ao de 2024.
“Nos últimos anos, viemos de um período de desinvestimento nos serviços públicos e de uma estratégia orçamental que dependia de mais impostos e contenção no investimento público”, afirmou. O primeiro-ministro referiu que a divisa “serviços mínimos e impostos máximos” caracterizava a realidade do país em 2024.
Atualmente, segundo Montenegro, os impostos estão em níveis mínimos comparativamente ao passado, enquanto os serviços públicos melhoraram. “Temos impostos que, embora não sejam mínimos, estão em mínimos face ao que eram, e serviços máximos comparados ao que tínhamos em 2024”, destacou.
O líder do PSD também recordou que, em 2024, o país enfrentava protestos de professores e forças de segurança, que reivindicavam melhores condições. “Hoje, após 39 acordos e 29 carreiras de administração pública revistas, ainda há muito a fazer, mas estamos melhores do que estávamos”, frisou.
Montenegro enfatizou que, apesar das dificuldades enfrentadas na Europa e no mundo, a economia de Portugal cresceu acima da média da União Europeia da Zona Euro. “Conseguimos terminar 2024 com uma redução do IRS, aumento do complemento solidário para idosos e a recuperação do tempo de serviço dos professores”, enumerou. O primeiro-ministro também mencionou a valorização salarial das forças de segurança, tudo isto num contexto em que se previa um descontrolo das contas públicas.
“Em 2025, num mundo ainda mais instável do que em 2024, não só repetimos o sucesso, como superámos as expectativas dos pessimistas que desejavam um défice nas contas públicas”, acrescentou.
Montenegro garantiu que o governo está focado em cuidar das famílias, incluindo pais, avós e netos, assegurando que todos tenham acesso a soluções adequadas. “Nós não governamos a olhar para a direita nem para a esquerda. Governamos a olhar para cada pessoa”, concluiu.
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Fonte: Sapo





