Zelensky opõe-se ao levantamento de sanções à Rússia após ataques

O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, manifestou-se hoje contra o levantamento das sanções internacionais impostas à Federação Russa, após uma série de bombardeamentos maciços que resultaram na morte de pelo menos 15 pessoas. Durante a noite, a Rússia lançou um ataque com 660 drones e 45 mísseis, um dos mais intensos desde o início do conflito.

Zelensky utilizou as redes sociais para afirmar que “mais uma noite prova que a Rússia não merece qualquer flexibilização da política global nem o levantamento das sanções”. Esta declaração surge num momento em que os Estados Unidos decidiram suspender as sanções ao petróleo russo, citando o impacto nos preços devido ao conflito no Médio Oriente.

O presidente ucraniano sublinhou que “não pode haver normalização da Rússia no atual contexto” e que a pressão internacional deve continuar. Ele destacou a importância de cumprir todas as promessas de ajuda à Ucrânia, lembrando que muitos compromissos feitos pelos aliados ainda não foram implementados.

A força aérea da Ucrânia reportou que, além dos 660 drones, a Rússia disparou 19 mísseis balísticos Iskander e 25 mísseis de cruzeiro. Os sistemas de defesa antiaérea conseguiram abater 8 mísseis balísticos e 23 mísseis de cruzeiro, além de 636 drones. No entanto, os ataques resultaram em impactos em 20 locais diferentes do país, com 12 mísseis e 20 drones a causarem danos.

Zelensky também anunciou que instruiu o comandante da Força Aérea a entrar em contacto com os parceiros que se comprometeram a fornecer mísseis do sistema Patriot e outros equipamentos. “A Rússia está a apostar na guerra e a resposta deve ser exatamente esta”, afirmou.

O presidente ucraniano expressou agradecimentos a países como Alemanha, Noruega e Itália, com os quais assinou novos acordos para reforçar as defesas da Ucrânia. Além disso, revelou que está a trabalhar com os Países Baixos para garantir fornecimentos adicionais.

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Os recentes ataques russos não se limitaram a Kiev, tendo também visado cidades como Odessa e Dnipropetrovsk. O governo ucraniano já havia reportado anteriormente a existência de 16 mortos devido a estes bombardeamentos.

Leia também: A evolução das sanções à Rússia e o impacto na economia global.

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Fonte: Sapo

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