Um casal britânico decidiu passar o fim de ano em Lisboa, optando por viajar na TAP em classe executiva. No entanto, a sua experiência na capital portuguesa não foi a que esperavam. Ao chegarem ao aeroporto de Lisboa, o avião não ficou ligado a uma manga, obrigando os passageiros a um longo percurso de autocarro até à área de controlo de passaportes.
O controlo revelou-se mais exigente do que o habitual, consequência das políticas de imigração implementadas pelo atual governo do Partido Socialista (PS). Das dez máquinas de controlo de passaportes eletrónicos, apenas quatro estavam operacionais. Ao tentarem utilizar as máquinas disponíveis, apenas o passaporte da senhora foi reconhecido, obrigando o marido a enfrentar a fila geral.
Após três horas de espera para passar pelo controlo, o casal atravessou o que se transformou num verdadeiro centro comercial, antes de se dirigir à fila de táxis. Foram encaminhados para um táxi de maior capacidade, o que resultou num custo mais elevado para o trajeto até ao hotel. Esta situação ilustra a adaptação dos taxistas à crescente concorrência das plataformas de transporte, como a Uber, num contexto de imigração que tem gerado controvérsia.
No hotel, a equipa tentou suavizar a má impressão deixada pelas dificuldades iniciais. Após um merecido descanso, o casal decidiu sair para jantar e dar um passeio pela Avenida da Liberdade. Infelizmente, foram assaltados por dois jovens em moto, que roubaram a carteira da senhora e o relógio do marido. Felizmente, tinham deixado os passaportes e alguns cartões de crédito no cofre do hotel.
Os dias seguintes foram marcados por receios e cuidados redobrados, levando o casal a perder a oportunidade de visitar vários museus e monumentos que estavam encerrados para férias. No trajeto de regresso ao aeroporto, a preocupação com a fila no controlo de passaportes era constante. Embora a espera não tenha sido tão longa quanto na chegada, ainda assim, tiveram de aguardar uma hora.
Finalmente, já acomodados nas confortáveis cadeiras da classe executiva, olharam-se e disseram em uníssono: “Darling, Lisbon never again”. Com o turismo em Lisboa a representar mais de 20% do PIB, esta história, embora fictícia, reflete as dificuldades que muitos turistas podem enfrentar. É um alerta para a gestão do setor e a experiência dos visitantes na cidade.
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Fonte: Sapo





