A Associação Nacional de Intermediários de Crédito (ANICA) realiza, esta quarta-feira, dia 15 de outubro, a sua 3.ª Convenção Nacional no Centro de Congressos de Lisboa. O evento tem como tema central “Revisão do Regime Jurídico dos Intermediários de Crédito: desafios e oportunidades” e promete reunir um leque diversificado de participantes, incluindo reguladores, associações do setor, representantes da banca, consumidores e decisores políticos.
O objetivo da convenção é debater as alterações que estão a ser propostas ao regime jurídico dos intermediários de crédito (RJIC) e os impactos que estas poderão ter no setor, nos consumidores e na economia em geral. Este é um momento crucial, uma vez que as mudanças no RJIC podem influenciar a forma como os intermediários de crédito operam e como os consumidores interagem com eles.
O programa do evento conta com a presença de figuras de destaque, como Ricardo Sousa, Diretor do Departamento de Supervisão Comportamental do Banco de Portugal, e Vítor Bento, Presidente da Associação Portuguesa de Bancos. O Ministro da Economia e Coesão Territorial, Manuel Castro Almeida, também marcará presença, sublinhando a importância do tema em discussão.
Além dos representantes nacionais, a convenção contará com a participação dos presidentes das associações de intermediários de crédito de Espanha e de França, Jordi Paniello e Pascal Labigne, que trarão uma perspetiva internacional sobre os desafios que o setor enfrenta.
Tiago Vilaça, presidente da ANICA, destacou a relevância deste encontro, afirmando que “esta convenção acontece num momento decisivo para a profissão. A revisão do RJIC deve ser uma oportunidade para reforçar a confiança dos consumidores, clarificar regras de atuação e garantir que o setor responde com qualidade, transparência e profissionalismo”. A confiança dos consumidores é um tema recorrente nas discussões sobre intermediários de crédito, e a ANICA pretende que esta convenção sirva como plataforma para promover um diálogo construtivo sobre o futuro da profissão.
A revisão do regime jurídico é, portanto, uma oportunidade para os intermediários de crédito se adaptarem às novas exigências do mercado e para os consumidores beneficiarem de um serviço mais transparente e profissional. A convenção da ANICA é, sem dúvida, um passo importante nesse sentido.
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Fonte: Sapo





