Roubo no Louvre: Tiara da imperatriz Eugénia entre as peças furtadas

O Museu do Louvre, em Paris, foi alvo de um roubo que resultou na subtração de oito joias de valor inestimável, incluindo a famosa tiara da imperatriz Eugénia. O Ministério da Cultura francês confirmou o furto, que também envolveu dois colares valiosos. Um nono item, a coroa da imperatriz Eugénia de Montijo, foi deixado para trás pelos assaltantes e está a ser avaliado pelas autoridades.

De acordo com a procuradora de Paris, Laure Beccuau, o assalto foi perpetrado por um grupo de quatro homens com os rostos cobertos. Após o roubo, os criminosos fugiram em trotinetas de alta potência, o que levanta questões sobre a sua preparação e organização. As autoridades estão a investigar a possibilidade de haver patrocinadores ou agentes internos envolvidos no crime.

Beccuau afirmou à estação televisiva BFMTV que, embora não se descarte a hipótese de uma interferência estrangeira, essa não é a opção mais provável. As linhas de investigação incluem a possibilidade de que o roubo tenha sido encomendado por um colecionador privado ou que as peças tenham sido alvo de desmantelamento para venda das pedras preciosas.

O Ministério da Cultura classificou o roubo no Louvre como “um golpe no património francês”, sublinhando que as joias roubadas são parte integrante da história e da identidade cultural da França. A polícia de Paris lançou uma operação de grande escala para identificar e capturar os assaltantes, enquanto o museu permanece parcialmente encerrado ao público até que a segurança seja reavaliada.

Este incidente levanta preocupações sobre a segurança dos museus e a proteção do património cultural em todo o mundo. A importância de salvaguardar estas peças raras é crucial, não apenas para a França, mas para a herança cultural global. Leia também: O impacto dos roubos de arte no património cultural.

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Fonte: Sapo

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