Despesa pública e venda do Novobanco em destaque nas notícias

O ministro das Finanças, Joaquim Miranda Sarmento, anunciou que a despesa pública líquida do Estado será aumentada em 4,8% no próximo ano, um valor abaixo do inicialmente acordado com a Comissão Europeia, que previa um aumento de 5,1%. Este compromisso surge no contexto do Plano Orçamental-Estrutural Nacional de Médio Prazo, onde o governante sublinhou que a despesa pública está a ser controlada. “Estamos a reduzir progressivamente o crescimento da despesa pública, estimando uma diminuição para 4,8% em 2026”, afirmou Sarmento, destacando que este indicador exclui gastos com juros e outras despesas temporárias.

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Pedro Machado, membro do Conselho de Supervisão do Banco Central Europeu, comentou a venda do Novobanco ao grupo francês BPCE, considerando-a uma operação “rentável” e “virtuosa”. Segundo Machado, a integração do Novobanco num dos maiores grupos bancários da Europa representa um avanço significativo, especialmente no que diz respeito às fusões transfronteiriças, que, segundo ele, ainda estão aquém do esperado na Zona Euro. “Uma operação transfronteiriça bem implementada é um sinal de estabilização e reestruturação eficaz”, disse o responsável em entrevista ao Jornal de Negócios.

Em relação ao mercado da habitação, o ministro das Infraestruturas e Habitação, Miguel Pinto Luz, reafirmou que não existe arrependimento sobre a definição de rendas moderadas até 2.300 euros. Em resposta a críticas sobre o valor estipulado, o ministro afirmou que o Governo apresentou uma proposta clara, que visa apoiar todos os segmentos da população, excluindo apenas o luxo. “A proposta é abrangente e não vamos alimentar semânticas”, garantiu.

Além disso, entre 2019 e 2024, 65 gestores públicos e autarcas foram condenados por infrações financeiras que lesaram o Estado em milhões de euros. O Ministério Público revelou que, além das condenações, houve 31 casos em que os responsáveis optaram por pagar multas para evitar julgamento. Os casos incluem desde dívidas herdadas até adjudicações irregulares de serviços.

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Por fim, os gastos com profissionais tarefeiros no Serviço Nacional de Saúde (SNS) atingiram 174 milhões de euros entre janeiro e agosto deste ano, o que representa mais de 727 mil euros por dia. A Unidade Local de Saúde do Algarve lidera os gastos, com um total de 59 mil euros diários.

despesa pública despesa pública Nota: análise relacionada com despesa pública.

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Fonte: ECO

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