A recontagem dos votos das eleições autárquicas em Lisboa confirmou a vitória do Chega sobre a CDU, com a perda de um vereador por parte dos comunistas. Este resultado, que se verificou numa assembleia de apuramento geral, revela a fragilidade do apoio da CDU na capital, onde 265.268 eleitores foram às urnas a 12 de outubro.
O Chega, agora representado por dois vereadores, viu a sua posição reforçada com a confirmação da eleição de Bruno Mascarenhas e Ana Simões Silva. Por outro lado, a CDU, que contava com um segundo vereador, ficou reduzida a um único representante, João Ferreira, após a recontagem que ocorreu numa secção da freguesia de São Domingos de Benfica, no Palácio de Justiça.
A recontagem foi desencadeada por um acórdão do Tribunal Constitucional, que determinou a revisão dos votos da secção de voto n.º 28, em resposta a um recurso interposto pela CDU. Durante este processo, os juízes decidiram validar um voto nulo a favor da CDU e anular um voto atribuído ao Chega, resultando numa diferença de apenas um voto entre as duas forças políticas.
Este desfecho é significativo, uma vez que reflete a competitividade das eleições em Lisboa, onde a diferença de votos foi mínima, num universo de mais de 50 mil eleitores que votaram nas listas de Bruno Mascarenhas e João Ferreira. A validação da diferença de um voto pelo Tribunal Constitucional sublinha a importância de cada voto nas eleições autárquicas.
Com esta nova composição, a Câmara Municipal de Lisboa conta agora com os dois vereadores do Chega, um da CDU, além dos oito mandatos da coligação liderada pelo PSD de Carlos Moedas e os seis do PS, sob a liderança de Alexandra Leitão. A nova configuração política promete trazer desafios e novas dinâmicas ao funcionamento da câmara.
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Fonte: ECO





