Pilotos aderem à greve geral contra reforma laboral do Governo

O Sindicato dos Pilotos da Aviação Civil (SPAC) anunciou, após uma assembleia-geral, a sua adesão à greve geral marcada para o dia 11 de dezembro. A decisão, que contou com 76,5% de votos favoráveis, reflete a preocupação dos pilotos com o anteprojeto de reforma laboral do Governo, que consideram prejudicial aos direitos laborais.

Em comunicado, o SPAC expressou a sua solidariedade com a greve, sublinhando que os pilotos não estão dispostos a aceitar a erosão dos seus direitos. A estrutura sindical argumenta que a reforma, disfarçada de modernização, na verdade promove a precariedade e compromete a estabilidade no setor.

Os pilotos manifestaram a sua rejeição à “destruição da contratação coletiva”, destacando que a facilitação da caducidade das convenções coletivas e a diminuição da sua sobrevigência são questões inaceitáveis. “Não aceitamos que os Acordos de Empresa fiquem à mercê da vontade unilateral das companhias”, afirmaram.

A adesão à greve geral é vista como uma resposta à crescente insatisfação entre os trabalhadores da aviação, que se sentem ameaçados por um pacote legislativo que, segundo o SPAC, ignora as necessidades dos profissionais e fragiliza a sua posição no mercado de trabalho.

A luta dos pilotos é parte de um movimento mais amplo que envolve diversos setores, todos unidos contra as alterações que consideram prejudiciais. “Esta decisão histórica reflete a gravidade do momento”, concluiu o SPAC, apelando à mobilização de todos os trabalhadores.

Leia também: O impacto das reformas laborais na economia portuguesa.

greve geral greve geral greve geral Nota: análise relacionada com greve geral.

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Fonte: Sapo

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