Na sua mensagem de Ano Novo, Marcelo Rebelo de Sousa abordou a importância de um “ano singular” e a expectativa de uma “vida nova” para os portugueses. Em vésperas de eleições presidenciais, agendadas para 18 de janeiro, o presidente fez uma reflexão sobre o papel do povo na escolha do seu futuro.
Inspirando-se em Eça de Queiroz, Marcelo citou a personagem Gonçalo, do romance “A Ilustre Casa de Ramires”, para traçar um retrato do que é ser português. Através das palavras do autor, o presidente destacou características como a bondade, a persistência e a capacidade de sonhar, mas também reconheceu os desafios que o país enfrenta, como a desconfiança e a necessidade de coragem.
“Queridos compatriotas, com qualidades e coragem excecionais que de longe superam os defeitos. Assim somos há quase 900 anos. Assim seremos sempre”, afirmou Marcelo, sublinhando a resiliência do povo português. Ele expressou a esperança de que este ano traga “mais desenvolvimento, mais justiça, mais liberdade, mais igualdade e mais solidariedade”.
O presidente apelou a uma “vida nova” que inclua melhorias em áreas essenciais como saúde, educação, habitação e emprego. “Ano novo, vida nova. Também com mais tolerância, mais concordância e um sentido de coesão nacional”, disse. Marcelo enfatizou a importância de novas ideias e soluções, bem como a necessidade de um compromisso renovado com a democracia.
“É essa a natureza e a força da democracia. O povo escolhe livremente o que quer e quem quer para o futuro”, afirmou, expressando a sua certeza de que o futuro pode ser melhor do que o passado. Para Marcelo, essa esperança está enraizada na força dos portugueses, que, ao longo dos séculos, têm contribuído para a construção de Portugal.
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Fonte: ECO





