Um grupo de trinta mulheres que colaboraram diretamente com Cotrim de Figueiredo divulgou um manifesto em que afirmam não ter testemunhado comportamentos inadequados por parte do candidato presidencial. Esta declaração surge na sequência de uma acusação de assédio sexual feita por uma antiga assessora do grupo parlamentar, que foi prontamente rejeitada por Cotrim, que ameaçou processar por difamação.
No manifesto, as signatárias destacam que, durante o tempo em que trabalharam com Cotrim, sempre foram tratadas com respeito e profissionalismo. “Nenhuma de nós vivenciou ou presenciou comportamentos inadequados nas interações que tivemos”, afirmam, referindo que o ambiente de trabalho se manteve sempre respeitador, mesmo em contextos que incluíam várias mulheres na equipa.
As mulheres sublinham ainda que a forma como se questiona a integridade de uma pessoa é irresponsável e cria um clima de desconfiança que não beneficia a verdade. “Escolhemos falar porque o silêncio de quem conhece a realidade também pode ser uma forma de injustiça”, escrevem, justificando que o objetivo do texto é oferecer um testemunho honesto e coletivo sobre a experiência que tiveram.
Cotrim de Figueiredo, por sua vez, reiterou que está “de consciência absolutamente tranquila” e que irá investigar a origem da acusação, que considera uma mentira. Os apoiantes do candidato manifestaram estranheza quanto ao timing da denúncia, e as trinta mulheres que assinaram o manifesto defendem que “situações desta natureza devem ser analisadas com seriedade, justiça e respeito por todas as partes envolvidas”.
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Cotrim de Figueiredo Cotrim de Figueiredo Nota: análise relacionada com Cotrim de Figueiredo.
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Fonte: ECO





