CEO das big tech enriqueceram no primeiro ano de Trump

No primeiro ano de Donald Trump como 47.º Presidente dos Estados Unidos, os CEOs das grandes tecnológicas viram a sua riqueza aumentar significativamente. Durante a cerimónia de tomada de posse, realizada no Capitólio, destacaram-se figuras como Elon Musk, Mark Zuckerberg, Jeff Bezos, Sundar Pichai, Sam Altman e Shou Zi Chew, que marcaram presença nas primeiras filas.

Desde a posse, estes magnatas mantiveram relações estreitas com a administração Trump, participando em jantares luxuosos e fazendo doações, enquanto prometiam investimentos substanciais nos Estados Unidos. Elon Musk, CEO da Tesla, começou o novo mandato com um império em expansão e uma influência considerável no governo. Contudo, a sua gestão controversa no Departamento de Eficiência Governamental resultou numa queda significativa da capitalização de mercado da Tesla.

Apesar de uma rutura temporária com Trump, Musk regressou ao círculo presidencial, continuando a apoiar causas republicanas e a participar em jantares com o presidente. Com o apoio da NASA, a fortuna de Musk aumentou para 234 mil milhões de dólares (199,3 mil milhões de euros) no primeiro ano de Trump.

Jeff Bezos, fundador da Amazon, também passou por uma transformação na sua relação com Trump. Após críticas ao presidente, Bezos surpreendeu ao vetar um editorial de apoio a Kamala Harris no Washington Post, que é de sua propriedade. Este movimento resultou num aumento de 15 mil milhões de dólares (12,7 mil milhões de euros) na sua riqueza ao longo do ano.

Por outro lado, Mark Zuckerberg, CEO da Meta, parecia ter superado as suas desavenças com Trump. Durante um jantar, Zuckerberg anunciou planos de investimento em inteligência artificial que poderiam ascender a 600 mil milhões de dólares (510 mil milhões de euros) até 2028. Apesar de algumas reservas na base republicana, a sua aproximação ao presidente resultou num aumento de 1,9 mil milhões de dólares (1,61 mil milhões de euros) na sua fortuna.

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A relação entre os CEOs das big tech e o governo de Trump não só beneficiou as suas fortunas, mas também acelerou processos como a concessão de licenças para centros de dados, além de uma postura crítica em relação à burocracia da União Europeia. Leia também: A influência das big tech na política americana.

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Fonte: Sapo

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