Irão rejeita rendição dos EUA e ataca petroleiro no Golfo Pérsico

O presidente do Irão, Masoud Pezeshkian, rejeitou hoje o pedido de rendição incondicional feito pelos Estados Unidos, considerando-o um “sonho que devem levar para o túmulo”. Esta declaração surge no mesmo dia em que Teerão anunciou ter atacado um petroleiro no Golfo Pérsico, intensificando a tensão na região.

De acordo com a agência de notícias Tasnim, o ataque ocorreu no oitavo dia da guerra entre o Irão, Israel e os EUA. O petroleiro, identificado como Prima, foi atingido por um drone explosivo após ter ignorado repetidos avisos do exército dos Guardas da Revolução sobre a proibição de tráfego e a insegurança no estreito de Ormuz. A Guarda da Revolução confirmou o ataque num comunicado.

No seu discurso televisionado, o presidente iraniano pediu desculpa pelos ataques a alvos não militares nos países vizinhos, sugerindo que estes incidentes foram causados por falhas de comunicação. Desde o início do conflito, o Irão já atacou infraestruturas no Bahrein, Arábia Saudita e Emirados Árabes Unidos, resultando em danos civis em algumas situações.

Em resposta, o presidente dos EUA, Donald Trump, autorizou novas vendas de armas a Israel e alertou para bombardeamentos mais intensos na região. O embaixador do Irão na ONU reagiu, afirmando que o país “tomaria todas as medidas necessárias” para se proteger.

Um vídeo da agência de notícias Associated Press mostrou explosões e fumo a erguer-se sobre o oeste de Teerão, enquanto Israel anunciou ter iniciado uma ampla ofensiva. Em Jerusalém, ouviram-se estrondos e os mísseis lançados pelo Irão levaram a população a procurar abrigo em locais seguros.

Os ataques dos EUA e de Israel visam as capacidades militares do Irão, a sua liderança e o programa nuclear. Os objetivos da guerra têm mudado frequentemente, com os EUA a sugerirem, em várias ocasiões, a intenção de derrubar o governo iraniano ou promover uma nova liderança interna.

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Fonte: Sapo

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