Mota-Engil expande concessões em Espanha e reforça presença em Portugal

A Mota-Engil, uma das principais construtoras em Portugal, está a traçar um ambicioso plano de expansão para os próximos anos, com especial foco nas concessões. O CEO da empresa, Carlos Mota Santos, revelou que a companhia pretende entrar em novos mercados, nomeadamente em Espanha e na Irlanda, além de explorar oportunidades na Europa Central. Esta estratégia surge após a conquista da primeira Parceria Público-Privada (PPP) da linha de Alta Velocidade Porto-Lisboa, um contrato avaliado em 2,2 mil milhões de euros.

Durante a apresentação do plano estratégico para o período de 2026 a 2030, Carlos Mota Santos sublinhou a intenção da Mota-Engil de assegurar mais PPP em Portugal. “Vamos continuar a conquistar concessões porque somos os melhores”, afirmou, demonstrando confiança no futuro da empresa.

Além da expansão internacional, a Mota-Engil também pretende reforçar a sua presença no setor portuário em Portugal. A empresa já foi um dos maiores operadores de portos no país e agora deseja voltar a ter um papel relevante, alinhando-se com a estratégia Portos 5+, que inclui 15 novas concessões. “É estratégico para nós voltarmos a ser um operador portuário”, destacou o CEO.

A Mota-Engil tem em vista um investimento de 60 milhões de euros nas concessões nos próximos anos, mas reconhece que as oportunidades em Portugal são limitadas. “Temos de olhar para outras oportunidades em Espanha, na Irlanda e na Europa Central”, afirmou Mota Santos.

A empresa já possui um ativo líquido de cerca de mil milhões de euros em concessões, que incluem mais de dois mil quilómetros de estradas e 1.380 quilómetros de ferrovia. Além disso, a Mota-Engil está a explorar novas concessões em mercados como o México e o Brasil, bem como a extensão da concessão do Corredor do Lobito em Angola.

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No que diz respeito à área de recursos naturais, a Mota-Engil está a consolidar a sua posição em África, onde lidera os serviços de mineração. A empresa já possui sete licenças de mineração no continente e está a investir em vários projetos para explorar as ricas reservas minerais de África, incluindo lítio, cobalto e ouro.

O plano estratégico “FOCUS 2030” visa aumentar a margem líquida do negócio de 3% para 4% até 2030 e prevê um crescimento do volume de negócios de 5,3 mil milhões para nove mil milhões de euros, com um investimento total de 500 milhões de euros nos próximos quatro anos. “No final deste ciclo, a Mota-Engil continuará a ser um líder robusto, com um balanço sólido que sustentará o nosso crescimento”, concluiu Carlos Mota Santos.

Leia também: Mota-Engil e o futuro das concessões em Portugal.

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Fonte: ECO

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