André Ventura pede esclarecimentos sobre buscas em Albufeira

O líder do Chega, André Ventura, anunciou que irá solicitar esclarecimentos ao Ministério Público (MP) sobre as buscas realizadas na Câmara Municipal de Albufeira, liderada pelo autarca Rui Cristina. Ventura pretende que o MP explique os motivos e fundamentos que levaram a esta ação, ocorrida na passada quarta-feira, e que, segundo informações da CNN, está relacionada com declarações controversas do autarca sobre a comunidade cigana.

Em conferência de imprensa, Ventura afirmou que é fundamental que as autoridades prestem contas à população. “Era importante que as autoridades fizessem um esclarecimento ao país sobre o que aconteceu hoje, como fizeram noutros casos e noutras situações”, disse o líder do Chega, que considera que o MP, enquanto poder democrático, deve ser transparente em relação a estas buscas em Albufeira.

O autarca Rui Cristina terá afirmado, durante uma Assembleia Geral, que não iria “alinhar” na atribuição de casas à comunidade cigana, o que gerou a investigação. Ventura, por sua vez, defendeu que, se as declarações do autarca são motivo para buscas, então ele próprio deveria ser preso por ter expressado opiniões semelhantes. “Prendam-me, então, porque já disse isso não sei quantas vezes, prendam-nos, acabem com a democracia”, desafiou.

O líder do Chega sublinhou que a posição de Rui Cristina reflete uma preocupação legítima com as necessidades habitacionais dos residentes de Albufeira. “Eu não vou gastar dinheiro com a etnia cigana enquanto eu tenho os albufeirenses com necessidades de casa. Isto é assim tão simples como estou a dizer, preto no branco”, afirmou Rui Cristina, que se encontra sob investigação.

André Ventura criticou ainda a forma como o Chega tem sido tratado no panorama político, referindo que as declarações de deputados do partido têm gerado um clima de “judicialização” e “perseguição”. Segundo ele, este fenómeno começou com a denúncia de terceiros e a utilização de processos judiciais como forma de silenciar a oposição política.

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O líder do Chega fez um apelo ao respeito pela diversidade de opiniões e pela democracia, afirmando que não é aceitável que um autarca seja alvo de buscas apenas por expressar a sua posição sobre a atribuição de habitação. “Não é tolerável que um autarca seja alvo de buscas coercivas por dizer que quer deixar de dar casas a ciganos”, concluiu Ventura.

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Fonte: ECO

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