Aumento de pedidos de pizzas em Washington durante conflitos

Em Washington, a compra de pizzas tornou-se um indicador curioso de momentos de tensão e conflito. A prática, que remonta a três décadas, foi destacada pelo jornalista Wolf Blitzer, que aconselhou os colegas a monitorizar as pizzarias para perceber quando algo importante está a acontecer. Recentemente, este fenómeno voltou a ser notado quando a pizzaria Pizzato Pizza, localizada em Arlington, Virginia, recebeu uma série de encomendas tardias após um ataque aéreo dos EUA na Venezuela.

Os pedidos de pizzas começaram a ser feitos apenas uma hora depois de os EUA realizarem um bombardeamento na capital venezuelana, um evento que culminou na captura do presidente Nicolás Maduro, que agora enfrenta acusações em tribunal por tráfico de droga e armas. Este padrão de comportamento, conhecido como a “teoria da pizza”, sugere que, sempre que os EUA ou os seus aliados se preparam para uma intervenção militar, o Pentágono recorre a pizzas para alimentar os seus membros, que muitas vezes não podem sair do edifício durante momentos críticos.

Desde os anos 80, a atividade das pizzarias na região do Pentágono tem sido monitorizada por uma plataforma chamada “Pentagon Pizza Index”. Este barómetro tem sido um indicador surpreendente de grandes eventos globais, como a invasão do Panamá em 1989 e a operação Tempestade do Deserto em 1991. Por exemplo, na noite de 1 de agosto de 1990, a CIA fez um pedido recorde de 21 pizzas antes da invasão do Kuwait.

Alex Selby-Boothroyd, jornalista da “Economist”, referiu que este índice tem sido um “fiável indicador de eventos sísmicos globais”, incluindo guerras e golpes de estado. Recentemente, a plataforma detetou um aumento significativo na atividade das pizzarias em Washington, coincidente com os bombardeamentos de Israel ao Irão. Este aumento foi corroborado por uma confirmação de explosões na capital iraniana, apenas uma hora após os pedidos de pizzas.

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Além disso, os inimigos dos EUA também podem usar este padrão para antecipar movimentos militares, conforme destacado pela “Newsweek”. Nos últimos seis meses, pizzarias como We the Pizza, Domino’s Pizza e Extreme Pizza relataram um aumento considerável na atividade, sugerindo que a compra de pizzas pode ser um reflexo direto da situação política e militar.

Curiosamente, a plataforma não se limita apenas a pizzarias. Em junho, foi notado que um bar próximo ao Pentágono registou uma queda no movimento numa noite de quinta-feira, o que foi atribuído a uma “noite movimentada no Pentágono”. Os gostos dos funcionários do Pentágono também parecem variar ao longo dos anos; durante os recentes ataques a Israel, houve um aumento nas encomendas de fast food, mas não de pizzas.

Leia também: O impacto das decisões militares na economia local.

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Fonte: Sapo

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