Portugal, juntamente com mais onze países da NATO, anunciou um reforço do seu compromisso com a segurança marítima. Este entendimento foi estabelecido durante a cimeira da NATO em Ancara e inclui nações como Canadá, Dinamarca, Finlândia, França, Alemanha, Islândia, Países Baixos, Noruega, Espanha, Suécia e Reino Unido. O objetivo é aumentar a responsabilidade na dissuasão e defesa no Atlântico Norte, no Mar Báltico e no Oceano Ártico.
Segundo uma nota divulgada pelo Governo da Noruega, os países envolvidos já possuem capacidades e plataformas marítimas modernas e planeiam um reforço significativo dessas capacidades na próxima década. Este esforço visa posicionar o grupo como uma força coletiva capaz de realizar operações marítimas de elevada intensidade.
Os aliados comprometeram-se a intensificar o treino, os exercícios e as operações em todas as áreas das operações marítimas na região euro-atlântica. Além disso, há um foco em melhorar as capacidades de comando e controlo marítimos, priorizando investimentos que aumentem a consciência situacional em todos os domínios.
O compromisso inclui também uma aposta na inovação, com o intuito de desenvolver capacidades e efeitos marítimos relevantes. A nota destaca que os aliados europeus e o Canadá estão prontos para assumir uma parte justa dos encargos, reforçando a unidade e a coesão da NATO.
Este compromisso é visto como um passo importante para uma Europa mais forte dentro de uma NATO mais robusta, com a Europa e o Canadá a assumirem uma maior responsabilidade pela segurança euro-atlântica, em estreita colaboração com os Estados Unidos. Num contexto de segurança cada vez mais desafiante, esta iniciativa reflete a determinação dos países em dissuadir e defender-se contra a ameaça de longo prazo representada pela Rússia.
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Fonte: ECO





