Os clubes portugueses estão a desaproveitar ativos desportivos avaliados em 124 milhões de euros, uma situação que levanta questões sobre a gestão e monetização das suas relações com os adeptos. A transformação do modelo de negócio no desporto em Portugal é urgente, especialmente com a aproximação do Mundial de 2030 e a crescente necessidade de centralização e inovação.
Nuno Mena, um consultor especializado em Data, Conteúdo e Monetização em Organizações Desportivas e Entretenimento, destaca a importância de os clubes começarem a ver os adeptos como ativos de negócio. Em vez de apenas manter uma relação passiva, é fundamental que as instituições desportivas controlem, meçam e monetizem essa ligação. Esta mudança de paradigma pode ser a chave para a sustentabilidade financeira dos clubes.
Além disso, a Federação Portuguesa de Futebol (FPF) está prestes a pagar uma quantia significativa à Segurança Social, o que levanta preocupações sobre a gestão financeira das entidades desportivas. O investimento em tecnologia e a atração de novos investidores são passos cruciais para garantir que os clubes não continuem a perder potenciais receitas.
A figura de José Mourinho também foi mencionada, com o seu impacto no mundo do futebol a transformar-se em algo muito mais valioso do que se previa. A FIFA, por sua vez, está atenta às movimentações que antecedem o próximo Mundial, ciente de que a forma como os clubes gerem os seus ativos desportivos pode influenciar o sucesso do evento.
Neste contexto, é essencial que os clubes portugueses adotem uma abordagem mais proativa na gestão dos seus ativos desportivos. A centralização e a inovação tecnológica podem ser aliadas poderosas na maximização do potencial financeiro e na criação de novas oportunidades de negócio.
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Fonte: Sapo





