IKEA encerra sete lojas na China e aposta em nova estratégia

A IKEA anunciou o encerramento oficial de sete das suas grandes lojas na China, uma decisão que marca uma nova fase da empresa sueca no país asiático. As lojas que fecharam estão localizadas nos subúrbios de Xangai e Guangzhou, bem como em cidades como Nantong, Xuzhou e Harbin. Esta informação foi divulgada através da conta oficial da IKEA na rede social WeChat, conforme noticiado pela Agência Reuters.

Após estes encerramentos, a IKEA mantém 34 lojas físicas na China, além de duas lojas de comércio eletrónico e 41 pontos de encontro com clientes offline. Esta mudança faz parte de uma estratégia mais ampla, que visa a transição para lojas de menor dimensão, num contexto em que os mercados de consumo na China enfrentam dificuldades em recuperar, especialmente devido ao abrandamento prolongado do setor imobiliário que tem afetado o sentimento dos consumidores.

De acordo com o Financial Times, a revisão do portefólio de lojas da IKEA está a ser conduzida sob a liderança de Juvencio Maeztu, presidente executivo do Grupo Ingka, que gere a maioria das lojas da marca. Em comunicado, a IKEA reafirmou que a China continua a ser um dos seus “mercados mais importantes e estratégicos”, com planos para abrir 10 lojas menores em Pequim e Shenzhen nos próximos dois anos.

Além dos encerramentos na China, a IKEA também está a fechar algumas lojas no Reino Unido e no Japão, adaptando-se assim às novas tendências de consumo. A empresa destacou que já atingiu uma base potencial de clientes de mil milhões de pessoas na China, operando 41 “pontos de encontro com clientes offline”.

Os dados mais recentes sobre as vendas a retalho na China, divulgados mensalmente pelo NBS, revelaram um aumento homólogo de apenas 0,9% em dezembro, a taxa de crescimento mais baixa desde que a pandemia de covid-19 começou a afetar o país há três anos, quando as restrições foram levantadas.

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Fonte: Sapo

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