Madalena Oliveira e Silva, atual presidente da Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal (AICEP), anunciou que se irá reformar no final deste ano. A informação foi avançada pelo Jornal Económico, que destaca a importância da sua liderança na continuidade da agência. Oliveira e Silva assumiu a presidência da AICEP após a saída de Ricardo Arroja, que ocupou o cargo por pouco mais de um ano. A mudança foi justificada pelo Governo, que procurava uma liderança mais próxima das empresas, embora tenha reconhecido as competências do seu antecessor.
Antes de assumir a presidência, Madalena Oliveira e Silva já fazia parte da administração executiva da AICEP, onde desempenhou um papel relevante na promoção do investimento e comércio externo. A sua saída representa uma nova fase para a agência, que tem enfrentado desafios significativos nos últimos anos.
Recentemente, a AICEP também sofreu outras baixas importantes. O administrador financeiro, Francisco Catalão, foi nomeado pelo primeiro-ministro como secretário de Estado da Gestão da Saúde. Além disso, Joana Gaspar, outra administradora da AICEP, foi escolhida para ser cônsul-geral de Portugal no Rio de Janeiro. Estas mudanças na administração refletem uma reestruturação interna que poderá impactar a forma como a AICEP opera no futuro.
Além da AICEP, José Pulido Valente, presidente do IAPMEI, também anunciou a sua reforma, a partir de maio. Pulido Valente, que foi nomeado para o cargo em setembro de 2024, enviou uma mensagem de despedida aos colaboradores, revelando a sua decisão de se afastar da função.
A saída de Madalena Oliveira e Silva da AICEP marca o fim de um ciclo e levanta questões sobre quem a sucederá e quais serão as prioridades da agência nos próximos anos. A AICEP tem um papel crucial na promoção do investimento em Portugal e na facilitação do comércio externo, sendo fundamental que a nova liderança mantenha o foco na continuidade e na inovação.
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Fonte: ECO





