Chuva e energia afetam operações em Portugal de 11 a 17 de maio

Entre 11 e 17 de maio, Portugal continental enfrenta uma semana marcada por instabilidade meteorológica, com a chuva a ser um dos principais fatores a afetar operações em várias áreas. As previsões do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) indicam aguaceiros intensos, especialmente nas regiões Norte e Centro, acompanhados de trovoada e até granizo no dia 11. As temperaturas devem variar entre os 5 e os 22 graus, abaixo da média para esta época do ano.

A chuva e a energia são os principais indicadores a influenciar a economia nesta semana. Embora a precipitação possa causar atrasos em obras, transportes e eventos ao ar livre, não se prevê um impacto climático sistémico. O consumo elétrico, por outro lado, subiu para 923 GWh, enquanto a produção renovável caiu 31%, com a energia eólica a registar uma queda de 53%. O saldo importador foi de 276 GWh, revelando que a energia continua a ser uma preocupação maior do que as condições meteorológicas.

As previsões do IPMA para as temperaturas em várias cidades são as seguintes: Lisboa deverá ter mínimas de 13,4 graus e máximas de 19,2 graus, enquanto no Porto as temperaturas variam entre 13,0 e 17,4 graus. Em Bragança, as mínimas devem ser de 9,2 graus e as máximas de 17,8 graus. Faro apresenta mínimas de 13,3 graus e máximas de 20,4 graus, com uma probabilidade de precipitação de 61%.

Os avisos do IPMA, atualizados a 10 de maio, indicam um aviso amarelo para os distritos de Aveiro, Braga, Porto e Viana do Castelo, enquanto os restantes distritos estão em alerta verde.

Em termos de energia, a semana 18 registou um consumo de 923 GWh, um aumento de 4,3% em relação ao ano anterior. A produção renovável foi de 562 GWh, uma queda acentuada, enquanto a produção fotovoltaica subiu 28%. O preço médio da eletricidade em Portugal foi de 52,66 euros por MWh, com picos que chegaram a 210 euros por MWh.

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A chuva traz um efeito positivo em termos de reservas hídricas, com as albufeiras a apresentarem um armazenamento de 92% e o armazenamento hidroelétrico a atingir 84% do máximo. No entanto, a queda da produção eólica e a dependência de importações de energia colocam um risco significativo para as empresas.

O Índice ECO Clima Intelligence fixou-se em 49 pontos, sinalizando uma pressão moderada, com a precipitação a ser um fator positivo, mas a volatilidade dos preços da eletricidade a ser uma preocupação. A combinação de energia, gás e inflação continua a ser um fator decisivo nas decisões empresariais, mais do que as condições meteorológicas.

Em resumo, a semana de 11 a 17 de maio será marcada por fricções operacionais devido à chuva e à energia, que influenciam diretamente a produtividade e os custos em diversos setores. A energia é o canal de maior risco, enquanto a água oferece um alívio temporário.

Leia também: O impacto da energia na economia portuguesa.

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Fonte: ECO

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