A utilização do míssil Orechnik pela Rússia na Ucrânia está a ser considerada uma “tática de intimidação” pela União Europeia. Kaja Kallas, chefe da diplomacia da UE, afirmou que a Rússia está a tentar “aterrorizar a Ucrânia” através de bombardeamentos em grande escala, especialmente em áreas urbanas. Segundo Kallas, a Rússia enfrenta um impasse no campo de batalha, o que a leva a recorrer a ataques deliberados.
Os mísseis balísticos de alcance intermédio Orechnik, que têm a capacidade de transportar ogivas nucleares, foram especificamente mencionados como uma forma imprudente de chantagem nuclear. A Rússia confirmou o uso destes mísseis hipersónicos na noite anterior, alegando que os alvos eram apenas instalações militares. No entanto, a realidade dos ataques levanta preocupações sobre a segurança da população civil.
O presidente ucraniano, Volodymyr Zelenskyy, já denunciou os ataques com mísseis Orechnik na região de Kiev, destacando que esta é a terceira vez que este tipo de míssil é utilizado na Ucrânia. A situação é alarmante e levanta questões sobre a escalada do conflito e as suas consequências para a segurança regional.
Além disso, o ministro dos Negócios Estrangeiros da Ucrânia, Andriy Sibiga, apelou ao reforço dos apoios internacionais ao país, enfatizando a necessidade de mais capacidades defensivas, incluindo a proteção do espaço aéreo. Sibiga também destacou a importância de aumentar a pressão sobre a Rússia e de tomar decisões políticas firmes em relação à adesão da Ucrânia à União Europeia.
A Força Aérea Ucraniana informou que, neste último bombardeamento, a Rússia utilizou 690 sistemas de ataque, incluindo drones e diversos tipos de mísseis. A situação continua a evoluir, e a comunidade internacional observa atentamente os desenvolvimentos.
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Fonte: Sapo





