A Força Aérea Portuguesa (FAP) está a preparar-se para substituir a sua frota de F-16, e a escolha parece já estar a ser delineada. Embora a decisão final ainda não tenha sido tomada e o concurso público não tenha sido aberto, um estudo interno realizado pela FAP indica uma clara preferência pelo caça F-35A Lightning II, fabricado pela Lockheed Martin, que também é responsável pelos F-16.
Este estudo, que avaliou 20 critérios técnicos, posicionou o F-35 em primeiro lugar, seguido pelo Gripen E, da sueca Saab. Outras opções, como o Eurofighter Typhoon, da Airbus, e o Rafale, da Dassault Aviation, também foram analisadas, mas não conseguiram igualar a pontuação do F-35. Apesar do relatório ter sido mencionado pelo Expresso, ele permanece sob reserva e ainda não foi apresentado aos decisores políticos, conforme indicado pelo gabinete do ministro da Defesa, Nuno Melo.
O valor do contrato para a aquisição de entre 14 a 28 novos caças pode variar entre 3 mil milhões e 5 mil milhões de euros, o que torna esta decisão ainda mais crucial para a modernização da força aérea nacional. A escolha do F-35, um modelo de quinta geração, poderá trazer vantagens significativas em termos de tecnologia e capacidades operacionais.
A FAP tem vindo a considerar a necessidade de modernização da sua frota, uma vez que os F-16, que têm servido o país há várias décadas, estão a tornar-se obsoletos. A introdução do F-35 poderá não só garantir uma maior eficácia em missões de combate, mas também fortalecer a posição de Portugal no contexto da NATO e da defesa europeia.
Com a escolha do F-35, Portugal poderá beneficiar de um sistema de armamento avançado e de uma rede de apoio logístico robusta, características que são fundamentais para a segurança nacional. Contudo, a decisão final ainda dependerá de uma análise mais aprofundada e da aprovação política.
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Fonte: ECO





