Na quarta-feira, o Primeiro-Ministro, Luís Montenegro, afirmou que “a esmagadora maioria dos portugueses está a trabalhar”, mesmo durante a greve geral convocada para aquele dia. Segundo Montenegro, apenas 23% dos serviços públicos aderiram à paralisação, que, segundo ele, “não trouxe novidade, nem solução”.
Montenegro sublinhou que a adesão à greve geral foi “muito reduzida”, tanto na administração pública como no setor privado. “A esmagadora maioria dos portugueses quis trabalhar e está a trabalhar nos seus locais de trabalho”, destacou o Primeiro-Ministro em declarações aos jornalistas.
Esta afirmação surge num contexto de crescente insatisfação social, onde os sindicatos têm procurado mobilizar os trabalhadores para reivindicar melhores condições laborais. Contudo, a resposta da população parece ter sido moderada, com muitos a optarem por não aderir à greve geral.
O governante também referiu que o impacto da greve foi mínimo, o que pode indicar uma falta de apoio generalizado às reivindicações apresentadas pelos sindicatos. “Os índices de adesão são muito reduzidos e isso demonstra que a maioria dos portugueses não se sente representada por estas ações”, acrescentou.
Montenegro acredita que a vontade de trabalhar e a resiliência dos cidadãos são fundamentais para o desenvolvimento económico do país. “É importante que continuemos a focar no trabalho e na produtividade, pois são esses os pilares que sustentam a nossa economia”, concluiu.
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greve geral greve geral Nota: análise relacionada com greve geral.
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Fonte: ECO





