Nos últimos tempos, o investimento em ouro tem atraído a atenção de muitos investidores, especialmente com o aumento da incerteza económica. Em 2026, surge a dúvida: será mais vantajoso investir em ouro físico ou optar por ETFs de ações mineiras?
Os ETFs de ações mineiras, como o GDX, apresentaram um retorno impressionante de 44,4% no último ano. No entanto, este desempenho não vem sem riscos, uma vez que o GDX sofreu uma queda significativa de 46,5% durante o mesmo período. Por outro lado, o ETF de ouro físico, conhecido como GLD, teve um desempenho mais estável, com um ganho de 21,4% e uma volatilidade inferior.
Investir em ouro físico oferece a segurança de um ativo tangível, que pode ser uma boa proteção contra a inflação e a instabilidade do mercado. Por outro lado, os ETFs de ações mineiras podem proporcionar um potencial de retorno mais elevado, embora com um risco associado maior. A escolha entre estas opções depende do perfil de risco de cada investidor e dos seus objetivos financeiros a longo prazo.
Para quem procura diversificar o seu portfólio, investir em ouro pode ser uma excelente estratégia. A combinação de ouro físico e ações mineiras pode equilibrar o risco e maximizar os retornos. Contudo, é essencial fazer uma análise cuidadosa antes de tomar qualquer decisão de investimento.
Leia também: Como diversificar o seu portfólio de investimentos em 2026.
No final, a decisão de investir em ouro, seja na sua forma física ou através de ETFs de ações mineiras, deve ser ponderada com base nas condições do mercado e nas expectativas económicas. O ouro continua a ser visto como um refúgio seguro, mas a volatilidade das ações mineiras não deve ser ignorada.
investir em ouro Nota: análise relacionada com investir em ouro.
Leia também: Venezuela recebe 300 milhões de euros do FMI para recuperação
Fonte: Fool





