Rússia e Ucrânia realizam troca de 350 prisioneiros de guerra

A Rússia e a Ucrânia anunciaram, este sábado, a troca de 350 prisioneiros de guerra, com 175 prisioneiros de cada lado, mediada pelos Emirados Árabes Unidos. Esta ação ocorreu poucas horas antes da entrada em vigor de um cessar-fogo, previsto para a Páscoa ortodoxa.

O Ministério da Defesa russo comunicou que, a 11 de abril, 175 militares russos foram repatriados do território ucraniano. Em contrapartida, foram entregues 175 prisioneiros de guerra das forças armadas ucranianas. O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, partilhou nas redes sociais que entre os libertados estão soldados das Forças Armadas, guardas nacionais, guardas de fronteira, além de civis.

Os combatentes russos, como em trocas anteriores, foram levados para a Bielorrússia, onde recebem assistência médica e psicológica. O comunicado militar russo também revelou que Kiev devolveu sete civis da região russa de Kursk, que esteve sob ocupação ucraniana durante menos de um ano.

Zelensky destacou que os militares ucranianos libertados foram capturados em várias frentes de combate, incluindo a cidade de Mariupol e a central nuclear de Chernobil. O presidente ucraniano sublinhou que a maioria dos libertados estava em cativeiro desde 2022 e expressou a sua gratidão pelas unidades ucranianas que capturam soldados russos, aumentando assim as reservas para futuras trocas de prisioneiros.

Além disso, Zelensky reafirmou o compromisso da Ucrânia com a trégua durante a Páscoa ortodoxa, que se inicia em breve. Contudo, alertou que haverá uma resposta “simétrica” caso o cessar-fogo seja violado. O Kremlin, por sua vez, anunciou unilateralmente um cessar-fogo a partir das 16:00 (GMT) de 11 de abril até ao final do dia 12 de abril, sem consultar os Estados Unidos ou a Ucrânia.

Ambos os lados também informaram sobre uma troca anterior de corpos, onde mil soldados ucranianos foram trocados por 41 russos. De acordo com acordos estabelecidos no ano passado em Istambul, a Rússia terá entregue cerca de 10.000 corpos de ucranianos mortos em combate, recebendo cerca de 200 em troca. Esta discrepância deve-se ao avanço russo, que, embora lento, impede que os ucranianos recuperem os seus mortos do campo de batalha.

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Fonte: Sapo

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