António José Seguro, candidato à presidência da República, fez um apelo claro ao voto durante uma visita ao quartel de bombeiros no Porto. Acompanhado pelo autarca social-democrata Pedro Duarte, Seguro destacou a importância das eleições, afirmando que “as sondagens não elegem presidentes”. O ex-secretário-geral do PS sublinhou que a escolha é feita por cada cidadão, incentivando os portugueses a exercerem o seu direito de voto.
Pedro Duarte, que se manifestou ao lado de Seguro, reforçou a sua confiança no candidato, afirmando que “Portugal ficará em boas mãos” com Seguro em Belém. O autarca, que foi eleito em outubro, fez questão de frisar que as suas convicções não são negociáveis e que a decisão de apoiar Seguro foi tomada com serenidade e em prol do interesse nacional.
Em resposta a uma sondagem recente que o coloca como favorito na segunda volta das eleições presidenciais, Seguro manteve um discurso cauteloso. “As sondagens não elegem presidentes, quem elege é cada portuguesa e cada português. O meu apelo é muito simples: votem”, reiterou. O candidato também lembrou que a votação antecipada decorre entre 25 e 29 de janeiro, com o dia da eleição marcado para 1 de fevereiro.
Durante a sua visita, Seguro expressou solidariedade aos agentes da proteção civil que têm estado a trabalhar arduamente para mitigar os efeitos da depressão Ingrid, que afetou várias regiões do país. A presença no Regimento de Sapadores Bombeiros foi uma oportunidade para o candidato demonstrar apoio àqueles que estão na linha da frente em situações de emergência.
Enquanto isso, na sede do Partido Socialista, José Luís Carneiro, secretário-geral do partido, enfatizou a relevância da segunda volta das eleições, considerando-a uma “eleição particularmente importante” para o PS. Carneiro lembrou o histórico do partido em defesa da democracia e alertou para a necessidade de respeitar os poderes conferidos ao Presidente da República, numa alusão à candidatura de André Ventura, que tem sido uma figura polémica no cenário político.
O apelo ao voto de António José Seguro e a ênfase na importância da participação cívica são fundamentais num momento em que o país se prepara para decidir o seu futuro. “Leia também: O impacto das eleições presidenciais na economia portuguesa”.
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Fonte: ECO





