Empresários de Coimbra pedem medidas urgentes para crise económica

A Associação Empresarial da Região de Coimbra (NERC) fez um apelo urgente ao Governo, solicitando medidas adaptadas à gravidade da emergência económica que a região enfrenta, após a passagem das depressões Kristin e das tempestades subsequentes. A NERC destacou que as atuais medidas de apoio, como as previstas no Plano Estratégico da Política Agrícola Comum (PEPAC), não estão a responder à urgência das necessidades das empresas.

Os empresários da região afirmam que os procedimentos exigidos para aceder a esses programas são semelhantes aos de candidaturas regulares, o que não se coaduna com a situação crítica que muitas empresas estão a viver. A NERC defende que é imperativo simplificar os processos de apoio, implementar uma avaliação contínua e priorizar os pedidos de acordo com a urgência de sobrevivência das atividades económicas.

A associação alertou que a manutenção de procedimentos administrativos tradicionais, sem a devida adaptação à gravidade da situação, poderá resultar num ciclo de falências em cadeia, aumentando significativamente o desemprego e afetando os ciclos económicos e produtivos da região. As dificuldades enfrentadas pelas empresas são abrangentes, afetando setores como o comércio, a indústria, os serviços, o turismo e a agricultura.

Além da interrupção direta das atividades, as empresas estão a lidar com infraestruturas danificadas, acessos cortados e uma paragem económica que gera elevados prejuízos por lucros cessantes. A NERC sublinha que, sem uma intervenção rápida e eficaz do Governo e das entidades regionais, as empresas poderão não conseguir resistir até que a normalidade seja restaurada.

Desde o início das tempestades, Portugal registou quinze mortes e muitas centenas de feridos e desalojados. A destruição de casas, empresas e infraestruturas, bem como o fecho de estradas e serviços essenciais, são algumas das consequências mais visíveis do temporal. As regiões mais afetadas incluem o Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo.

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O Governo decidiu prolongar a situação de calamidade até domingo em 68 concelhos e anunciou um pacote de medidas de apoio que pode chegar até 2,5 mil milhões de euros. Contudo, os empresários de Coimbra insistem que é necessário agir rapidamente para que as medidas sejam eficazes e adequadas à emergência económica que enfrentam.

Leia também: O impacto das tempestades na economia nacional.

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Fonte: Sapo

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