A escritora Luísa Costa Gomes partilhou a sua visão sobre a intelectualidade em Portugal, afirmando que considera Pacheco Pereira como o último intelectual português. A conversa, que estava inicialmente marcada para um almoço, acabou por ser transferida para um café no Parque do Inatel, na Costa da Caparica, devido à chuva que se fez sentir nos últimos dias.
Durante o encontro, Luísa Costa Gomes explicou que a sua escolha por um ambiente mais tranquilo reflete a sua preferência por momentos de reflexão. A mudança de planos não impediu que a conversa fluísse, com a escritora a partilhar as suas impressões sobre a atualidade cultural e intelectual do país.
A autora sublinhou que a figura de Pacheco Pereira se destaca pela sua capacidade de análise crítica e pela sua contribuição para o debate público. Para Luísa, a intelectualidade em Portugal enfrenta desafios, e a presença de vozes como a de Pacheco Pereira é fundamental para manter o diálogo vivo.
A conversa, acompanhada por um sumo de frutos vermelhos e o som do café a ser preparado, permitiu a Luísa Costa Gomes refletir sobre o papel dos intelectuais na sociedade contemporânea. Ela acredita que a falta de figuras proeminentes pode levar a um empobrecimento do debate cultural e político em Portugal.
Luísa Costa Gomes não hesitou em afirmar que a intelectualidade deve ser valorizada e que é essencial que novas vozes surjam para enriquecer o panorama atual. O seu olhar crítico sobre a situação atual é um convite à reflexão sobre o futuro da cultura em Portugal.
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Fonte: Sapo





