Três militares norte-americanos perderam a vida e cinco ficaram gravemente feridos em operações militares contra o Irão, segundo informou o Exército dos Estados Unidos. O Comando Central dos EUA (CENTCOM) fez o anúncio através da sua página oficial no Facebook, revelando que outros militares sofreram ferimentos ligeiros, mas estão a caminho de retomar as suas funções.
A situação no terreno é descrita como “instável”, e as forças norte-americanas confirmaram que as operações de combate vão continuar, embora não tenham sido divulgados detalhes adicionais sobre as circunstâncias das baixas. Este é o primeiro relato de mortes de militares dos EUA na atual operação contra o Irão, que se intensificou após a morte do líder supremo iraniano, Ali Khamenei.
Na sua intervenção em vídeo, o Presidente dos EUA, Donald Trump, já tinha admitido a possibilidade de baixas entre as suas tropas. A ofensiva, que ocorreu no passado sábado, resultou na morte de altos responsáveis iranianos e desencadeou uma onda de ataques de retaliação por parte do Irão. Este país lançou ataques contra nações vizinhas que hospedam bases norte-americanas, assim como contra Israel, onde, segundo relatos de equipas de resgate, nove pessoas morreram.
A Guarda Revolucionária Islâmica do Irão reivindicou uma ofensiva “em grande escala”, afirmando que os alvos eram as bases dos EUA na região, e não os países vizinhos. Em resposta, Israel e os Estados Unidos realizaram um ataque militar conjunto contra o Irão, com o objetivo de “eliminar as ameaças iminentes” que o regime iraniano representa.
Donald Trump sublinhou que a operação visa proteger as forças norte-americanas e os seus aliados, enquanto o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, classificou a ação como uma resposta a uma “ameaça existencial”. O Irão, por sua vez, confirmou a morte de Ali Khamenei e declarou um período de luto de 40 dias.
A escalada de tensões entre os EUA e o Irão levanta preocupações sobre a segurança na região e o impacto que esta situação poderá ter nas relações internacionais. Leia também: O impacto das tensões no mercado petrolífero.
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Fonte: Sapo





