Empresas portuguesas recebem quase mil milhões em apoios este mês

As empresas em Portugal vão beneficiar de apoios que totalizam quase mil milhões de euros até ao final de março. Este montante será distribuído entre mais de cinco mil empresas que se candidataram a fundos europeus não reembolsáveis, com o objetivo de promover a inovação no país. O anúncio foi feito pelo ministro da Economia, Manuel Castro Almeida, durante um evento em Lisboa.

Os apoios são parte do Instrumento Financeiro para a Inovação e Competitividade (IFIC), que visa apoiar projetos de investimento empresarial em áreas inovadoras e de investigação. O ministro destacou a importância deste instrumento, afirmando que o Estado tem procurado responder às necessidades reais das empresas através de ações estratégicas. O IFIC, que faz parte do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), conta com uma dotação inicial de 380 milhões de euros e já recebeu mais de 5,2 mil candidaturas, representando um investimento total de 3,2 mil milhões de euros.

“Até ao final deste mês, o processo de atribuição dos apoios estará concluído. Inicialmente, colocámos em concurso 300 milhões, mas, devido à elevada procura e à qualidade dos projetos apresentados, decidimos aumentar o apoio para 973 milhões de euros”, afirmou o ministro.

Em relação à atual situação geopolítica, Manuel Castro Almeida alertou que a guerra entre os EUA e o Irão poderá ter consequências negativas para a economia, tanto em Portugal como a nível global. O aumento dos preços do petróleo e do gás é uma preocupação, especialmente após o gasóleo ter registado uma subida significativa nas bombas de combustível.

O ministro explicou que, embora Portugal não enfrente um risco direto de abastecimento energético, o aumento generalizado dos preços poderá afetar a economia. O Governo já implementou descontos fiscais para mitigar o impacto das subidas no preço do gasóleo e está a considerar devolver o IVA aos contribuintes caso o preço da gasolina ultrapasse um aumento de 10 cêntimos.

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Em relação ao apoio às empresas, Castro Almeida afirmou que o Governo está atento às necessidades do setor e pronto para corrigir situações que possam causar danos estruturais na economia. “A nossa prioridade são as pessoas, e não apenas números como o crescimento ou o saldo orçamental”, sublinhou.

O ministro também comentou as negociações em curso entre patrões e a UGT sobre o acordo laboral na Concertação Social, expressando a sua vontade de chegar a um entendimento. “Se não houver acordo, não será por falta de vontade do Governo”, concluiu.

Leia também: O impacto dos apoios às empresas na economia portuguesa.

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Fonte: Sapo

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