O Grupo Casais, uma das principais empresas de construção em Portugal, anunciou a sua chegada a Lisboa com a abertura de uma nova delegação. A empresa, com sede em Braga, adquiriu um edifício situado na zona do Parque das Nações, um dos locais mais dinâmicos da capital.
A construtora comprou um dos blocos do complexo “Verde Parque”, cuja gestão está a cargo da Finangeste, uma empresa de investimento imobiliário. O edifício, construído em 2010, é composto por dois blocos de escritórios, totalizando uma área bruta locável de 6.689 metros quadrados, além de contar com dois pisos subterrâneos que oferecem 171 lugares de estacionamento.
O Grupo Casais ficou com o Bloco A, que inicialmente arrendou no terceiro trimestre de 2025, e posteriormente adquiriu. Este espaço, com cerca de 1.226 metros quadrados, servirá para a instalação da sua nova delegação em Lisboa. Segundo a Finangeste, esta aquisição do Grupo Casais é um sinal do crescente interesse na área como um polo empresarial.
O Bloco B do complexo já está parcialmente ocupado por três empresas, com três frações ainda disponíveis, variando entre 680 e 760 metros quadrados. Estas áreas são ideais para empresas que procuram escritórios modernos numa localização estratégica da cidade.
A transação entre o Grupo Casais e a Finangeste ocorre no âmbito de um programa de investimento que prevê cerca de 1,3 milhões de euros para a melhoria das áreas comuns e a adaptação dos espaços para escritórios contemporâneos. No total, a Finangeste, em parceria com um investidor internacional, destina 25 milhões de euros para reabilitar os dois edifícios do Verde Parque.
Fundado em 1958, o Grupo Casais opera em diversas áreas, incluindo construção, indústria e imobiliário, e está presente em 18 países, entre os quais se destacam Portugal, Angola, Alemanha e Brasil. No último ano, a empresa registou um volume de negócios de 1.018 milhões de euros, com 468 milhões provenientes de mercados internacionais e 550 milhões de clientes em Portugal.
Leia também: Grupo Casais investe em projetos internacionais.
Leia também: Como a Laurel pode impulsionar marcas de luxo em Portugal
Fonte: ECO





