Perdas não seguradas em cibersegurança vão ultrapassar 700 mil milhões

Um recente relatório da NTT Data, intitulado “Insurtech Global Outlook 2026”, revela que o setor segurador está a enfrentar um momento crítico, com os riscos associados à cibersegurança a ultrapassarem a capacidade de resiliência das seguradoras. Segundo o estudo, as perdas não seguradas relacionadas a ciberataques deverão ultrapassar os 700 mil milhões de dólares, o que equivale a cerca de 650 mil milhões de euros, até 2030.

Este cenário alarmante destaca a vulnerabilidade crescente das empresas e organizações em todo o mundo, sublinhando a necessidade urgente de uma maior adoção de tecnologias de Inteligência Artificial (IA). A IA é vista como uma ferramenta essencial para mitigar riscos e melhorar a capacidade de resposta das seguradoras em face de ciberataques.

O relatório “Insurtech Global Outlook 2026” analisa anualmente as principais tendências e inovações tecnológicas no ecossistema segurador global. Este ano, a consultora enfatiza que a cibersegurança é uma das áreas que exige atenção prioritária, uma vez que as ameaças digitais estão a aumentar em complexidade e frequência.

As seguradoras que não se adaptarem a esta nova realidade correm o risco de enfrentar perdas significativas, não apenas financeiras, mas também em termos de reputação. A implementação de soluções baseadas em IA pode ajudar a identificar e neutralizar ameaças antes que se tornem um problema maior.

Além disso, o relatório sugere que a colaboração entre seguradoras e empresas de tecnologia é fundamental para desenvolver soluções eficazes que protejam tanto os consumidores como as empresas. A cibersegurança não é apenas uma questão de proteção de dados; é uma questão de confiança e sustentabilidade no mercado.

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As previsões do relatório da NTT Data servem como um alerta para o setor segurador e para as empresas em geral, destacando a importância de investir em cibersegurança e em tecnologias que possam ajudar a mitigar os riscos associados. O futuro do setor depende da capacidade de adaptação a estes novos desafios.

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Fonte: Sapo

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